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Fundação Jupará de Cultura e Ecologia

Como patrocinar os projetos da Fundação

Existem dois tipos de projetos culturais que uma Fundação pode fazer e, por isso, duas maneiras diferentes de patrocinar os projetos.

Projetos que são realizados diretamente pela Fundação, sem usar os benefícios da Lei Rouanet, podem ser patrocinados com o valor lançado como despesa operacional no Imposto de Renda da empresa.

Os que são aprovados pelo Ministério da Cultura para usufruir dos benefícios da Lei Rouanet concedem abatimento de 30% no Imposto de Renda das empresas que declaram pelo Lucro Real.

A empresa também poderá lançar este valor como despesa operacional, o que eleva o abatimento real para cerca de 62%. É a melhor maneira de fazer marketing cultural com baixo custo.

No caso das pessoas físicas o abatimento é de 60% do valor patrocinado.

Em todos os casos o funcionamento é assim: a empresa transfere o valor do patrocínio para uma conta corrente específica do projeto (no caso da Lei Rouanet) ou a da Fundação (depósitos feitos em qualquer outra conta corrente são ilegais).

Confirmado o depósito a Fundação Jupará emite um Recibo de Mecenato, que a empresa usará para o abatimento no IR, e envia cópia para o Ministério da Cultura.

A empresa patrocinadora passa a ser incluída em todas as peças publicitárias e promocionais, assim como no material impresso, nos press releases para a imprensa e no website oficial do projeto.

Ela ganha o direito de também fazer merchandising no local do evento e usar o nome da Fundação Jupará em suas campanhas institucionais.

Se tiver dúvidas ou quiser mais informações, nos envie um email para fundacao@jupara.com

 

Notas

As contas da Fundação e de seus projetos são auditadas anualmente pelo governo federal para garantir que as verbas de patrocínio e doações sejam usadas unicamente em projetos da entidade.

Ao usar parte de seu imposto de renda para o marketing cultural a empresa estará fazendo a propaganda mais eficiente que existe, ligando seu nome ao lado emocional do consumidor.

As pessoas tendem a comprar em empresas com as quais se identificam e nas que respeitam por seu trabalho social e cultural. É um fato provado por várias pesquisas de mercado.

Não é por acaso que grandes bancos e empresas usam, cada vez mais, recursos dirigidos a projetos de arte e cultura.

Quem investe em cultura sempre é respeitado e visto como um benfeitor da sociedade.